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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

O que tem de turístico em... ITAPECURU-MIRIM


Itapecuru-Mirim é uma cidade que tem riquezas naturais, culturais, históricas e sociais. Participou ativamente da Guerra da Balaiada e, também, compõe ricamente a história do Maranhão, servindo de ponto de passagem de boiadas e mercadorias entre o interior maranhense e o restante do nordeste brasileiro. 
Confira a seguir as imagens de atrativos turísticos de Itapecuru-Mirim: 

Associação das Quebradeiras de Coco de Itapecuru-Mirim 

http://www.ma.agenciasebrae.com.br/sites/asn/uf/MA/sebrae-participa-do-festival-do-babacu-em-itapecuru-mirim,a0afa53ce6b8d410VgnVCM1000003b74010aRCRD

http://www.memoriasdomaranhao.com.br/2013/09/dia-24-de-setembro-e-o-dia-estadual-das.html

Feiras de Agricultura Familiar foram realizadas em São Bento, Açailândia, Caxias e Bacabal em 2015. Foto: Nael Reis
http://www.ma.gov.br/produtos-maranhenses-serao-expostos-em-mercado-de-sao-paulo/

Comunidades Quilombolas (Quilombo Santa Maria dos Pretos)





Rio Itapecuru 

Rio Itapecuru - Itapecuru Mirim - MA
http://www.naturezabrasileira.com.br/foto/26012/rio_itapecuru___itapecuru_mirim___ma.aspx

Arquitetura de Itapecuru-Mirim 

Itapecuru Mirim-MA
http://www.ferias.tur.br/cidade/2478/itapecuru-mirim-ma.html

Prefeitura Municipal

http://lagusa-ita-ma.blogspot.com.br/2014_03_01_archive.html

Praça da Matriz

http://lagusa-ita-ma.blogspot.com.br/2014_03_01_archive.html

Biblioteca Municipal Benedito Buzar

http://lagusa-ita-ma.blogspot.com.br/2014_03_01_archive.html

Restos do Cais, às margens do rio Itapecuru - construção escravocrata
http://juceysantana.blogspot.com.br/2015/12/iii-semana-da-cultura-de-itapecuru-mirim.html

Casa da Cultura de Itapecuru-Mirim (antiga cadeia, onde ficou preso o Negro Cosme)

http://blogdabalaiada.blogspot.com.br/2015/05/alunos-e-professoras-da-escola.html

Poço onde eram jogados prisioneiros no período imperial - geralmente escravos

Pedra Fundamental da igreja de Itapecuru-Mirim, deixada por Luís Alves de Lima (LAL), o Barão de Caxias, no período da Balaiada

http://blogdabalaiada.blogspot.com.br/2015/04/itapecuru-na-balaiada.html

Cemitério dos Bem-te-vis, povoado Mirinzal, em Itapecuru-Mirim

Eventos Culturais 

http://juceysantana.blogspot.com.br/2015/12/iii-semana-da-cultura-de-itapecuru-mirim.html
Peça teatral

http://juceysantana.blogspot.com.br/2015/12/iii-semana-da-cultura-de-itapecuru-mirim.html

Semana da Cultura de Itapecuru-Mirim, dezembro de cada ano

http://blogdabalaiada.blogspot.com.br/2015/05/alunos-e-professoras-da-escola.html

Visitação à Casa da Cultura por estudantes





quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Projeto Balaiada: entenda o que é e como você se insere

O PROJETO BALAIADA

O que é?
Projeto de fomento à Cultura, formação de lideranças sociais, estímulo à agricultura familiar e à produção manufatureira e artesanal local e regional do nordeste maranhense, região com os piores indicadores sociais e econômicos do estado do Maranhão.
O Projeto Balaiada tem como produto o incentivo ao turismo como elemento que promove o fluxo de pessoas e recursos e mantém o ciclo positivo de produção cultural, social e econômica da região.
Também há a proposta de criação do Pólo Turístico e Cultural da Balaiada, abrangendo toda a região nordeste maranhense e norte do Piauí, resgatado elementos do movimento da Balaiada do século XIX e exaltando os valores naturais e culturais dessa região, preparando as comunidades para a divulgação do tema (a Balaiada) e para o recebimento de turistas.
Outro produto do Projeto, associado ao primeiro, é a Semana da Balaiada, promovida com apresentações culturais de estudantes e artistas.


A SEMANA DA BALAIADA
A Semana da Balaiada é uma tecnologia social que deve acontecer a cada ano nos municípios que fizerem parte do Pólo Turístico e Cultural da Balaiada, no período de 7 a 13 de dezembro.
O dia 13 é o “Dia da Balaida”, quando iniciou-se o movimento na “Vila da Manga”, atual Nina Rodrigues.
Durante a semana deve ser montado um palco em praça pública, barracas e espaço central para apresentações de danças. No palco apresentam-se estudantes e artistas com temas ligados à Balaiada ou à cultura local e regional. As barracas destinam-se ao consumo de comidas típicas, artesanato, oficinas artístico-culturais e espaços para exposição artística e pedagógica, bem como para campanhas educativas, trabalhos de organizações sociais e órgãos públicos.

A BALAIADA

O que foi?
Revolta popular ocorrida no Maranhão entre os anos de 1838 e 1841.
A crise política entre Cabanos e Liberais (Bem-ti-vis) e a crise econômica do algodão levaram o estado a uma situação de miséria e descontrole social.

Como começou e os fatos mais importantes:
 - No mês de dezembro de 1838 o líder do movimento, Raimundo Gomes, invadiu a prisão de Vila Manga para libertar seu irmão. Acabou aproveitando a situação e libertando todos outros presos.
- Com a participação de muitos escravos fugitivos (especialmente sob a liderança do Negro Cosme em sua comunidade Lagoa Amarela, hoje zona rural de Chapadinha), prisioneiros e trabalhadores pobres da região, os balaios conseguiram obter algumas vitórias, como a conquista de vilas como Brejo e Caxias. Um dos líderes do movimento, Manoel Francisco do Anjos, o Balaio, morreu nessa etapa do movimento.
 - O coronel Luís Alves Lima e Silva, depois condecorado com o título de “Barão de Caxias”, foi enviado ao Maranhão com o objetivo de “pacificar” a revolta, o que fez com muita violência.

O enfraquecimento do movimento e o fim da revolta 
- Após perder a Vila de Caxias, o comandante dos balaios, Raimundo Gomes, se entregou as tropas oficiais.
- Em 1841, o líder Cosme Bento (o Negro Cosme) foi capturado e enforcado. Era o fim da revolta.



PROPOSTA PARA AS ESCOLAS

1º bimestre letivo
Participar da semana acadêmica das escolas e explicar a proposta do Projeto e da Semana da Balaiada.
Reunir com os secretários de educação, gestores regionais e gestores escolares, com supervisores.
2º bimestre letivo
Identificar apresentações culturais (danças, teatro e outras formas) no período junino e convidá-los a se reapresentar na Semana da Balaiada, em dezembro, de 7 a 13.
3º bimestre letivo
Os professores passam trabalhos de pesquisa aos alunos para transformarem em apresentações pedagógico-culturais (peças teatrais, paródias, poesias, cordéis, painéis, etc) para apresentarem no 4º bimestre, a partir de outubro.
4º bimestre letivo
Em outubro, início do bimestre, os alunos apresentam em sala. As melhores apresentações se reapresentarão no pátio da escola (pode ser na Semana da Consciência Negra, de 15 a 20 de novembro). As melhores dos pátios são indicadas para se reapresentarem em praça pública, na Semana da Balaiada, de 7 a 13 de dezembro. 

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Nina Rodrigues realiza sua I Semana da Balaiada em grande estilo







A cidade de Nina Rodrigues, originalmente "Vila da Manga", por ocasião do movimento da Balaiada, realiza sua I Semana da Balaiada, de 7 a 13 de dezembro, em sintonia com diversas cidades do interior do Maranhão por onde os balaios passaram. 
Uma vasta programação foi preparada tanto para os moradores da cidade quanto para os visitantes. Confira!



Um grande destaque para a Semana da Balaiada de Nina Rodrigues é a forte articulação de secretarias municipais e, ainda, a intensa participação das escolas na promoção de apresentações culturais, palestras e exposições artísticas. 





Veja as imagens da I Semana da Balaiada de Nina Rodrigues-MA: 
















IMAGENS: Nina Rodrigues

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Alunos e professoras da escola municipal Paulo Freire, de Itapecuru-Mirim participam de atividade cultural



Nesta semana, professoras da escola municipal Paulo Freire, do município de Itapecuru-Mirim, coordenadas pela professora Conceição Aguiar, formaram comitiva de alunos e foram à Casa da Cultura da cidade para conhecer melhor a história de seu município e, é claro, as conexões com a história da Balaiada. 
A professora Assenção Pessoa deu palestra para os alunos da escola sobre o Projeto. Também a professora Célia Lages falou tanto sobre a história da Balaiada quanto de Itapecuru-Mirim. 

A senhora Maria dos Remédios afirmou que "Professora Conceição está de parabéns", em razão da atividade com os alunos. Disse que a mesma teve a nobre intenção de "valorizar nosso patrimônio histórico, levar conhecimento aos alunos". 

Célia Lages informou, ainda, que a professora "Conceição vem abraçando com garra o Projeto, buscando sempre expandir o conhecimento dos alunos da Escola Municipal Paulo Freire, de Itapecuru-Mirim". 
A própria professora Conceição afirmou que a sua "intenção foi passar uma manhã proveitosa com os alunos indo à Casa da Cultura". 
Nós da coordenação geral do Projeto parabenizamos às professoras Célia Lages, Assenção Pessoa, Maria dos Remédios e Conceição Aguiar pela atividade que só vem a engrandecer o Projeto e a Cultura. Obrigado por tudo. 


quinta-feira, 14 de maio de 2015

I Encontro do Projeto Balaiada em Nina Rodrigues, 2015


CULTURA AGORA!
 
Prof. Jânio Rocha
A Prefeitura Municipal de Nina Rodrigues através das Secretarias Municipais de Cultura e Educação realizou no auditório da UAB, O PRIMEIRO ENCONTRO DO PROJETO BALAIADA, terça-feira, 12, evento este que deu início por volta das 08h00min com o término às 11h00min. O encontro teve como mediador o professor Jânio Rocha de Chapadinha – MA.
Prof. Maxwell
O Evento contou com a participação do Prefeito Riba do Xerém (PRB), secretários municipais, vereadores, associações, grupos culturais, músicos, escolas, enfim um público bem massivo.

Prefeito Riba do Xerém e o público
Riba do Xerém está bastante entusiasmado e investindo fortemente no projeto, pois acredita que o mesmo contribuirá bastante nos aspectos culturais e educacionais da população Ninense.
Na atividade de terça (12) estiveram presentes os secretários de cultura: Wilson Souza – Urbano Santos-MA, Lidiane – São Benedito do Rio Preto-MA, Valterlindo Silva – Vargem Grande-MA, além do Gestor Local Erickson Maxweell que está à frente do Projeto no Município.

Prof. Macêdo

  De acordo com Maxweell, esse projeto visa levar a todos os Ninenses o real significado da Guerra da Balaiada no Maranhão e em Nina Rodrigues, que acorreu de 1838 a 1841.
Contamos a partir de agora com gestores e professores das redes de ensino Municipal e Estadual para que os mesmos possam desenvolver este projeto dentro das salas de aulas.
 
PREFEITURA MUNICIPAL DE NINA RODRIGUES
AVANÇANDO COM RESPONSABILIDADE
ADM: RIBA DO XERÉM

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Escolas de Ensino Fundamental e Médio podem promover conteúdos de Balaiada como tema gerador dentro do currículo, veja como...

"Todas as escolas públicas e particulares da educação básica devem ensinar aos alunos conteúdos relacionados à história e à cultura afro-brasileiras. Desde o início da vigência da Lei nº 10.639, em 2003, a temática afro-brasileira se tornou obrigatória nos currículos do ensino fundamental e médio.
Apesar disso, a maioria dos alunos ainda não conhece a contribuição histórico-social dos descendentes de africanos ao país. “A lei não foi implementada de maneira a abarcar todos os alunos e professores. O que há são ações pontuais de iniciativa de movimentos negros, do MEC ou de universidades federais”, informa a coordenadora-geral de diversidade e inclusão social da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), Leonor de Araújo.
Para mapear e ampliar as iniciativas de implementação da lei, a Secad, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), realizou uma oficina esta semana, em Brasília. “Queremos traçar estratégias para criar políticas comuns a fim de que a lei alcance a todos”, afirma Leonor.
A Lei nº 10.639/2003 acrescentou à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) dois artigos: 26-A e 79-B. O primeiro estabelece o ensino sobre cultura e história afro-brasileiras e especifica que o ensino deve privilegiar o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional. O mesmo artigo ainda determina que tais conteúdos devem ser ministrados dentro do currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística, literatura e história brasileiras. Já o artigo 79-B inclui no calendário escolar o Dia Nacional da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro. [...]" (FONTE: http://portal.mec.gov.br/index.php?id=9403&option=com_content&task=view 
- Maria Clara Machado)
A história da Balaiada incluiu o contexto da vivência e exploração dos negros no Maranhão e sua tentativa, no movimento, de resistir a essa situação e libertar-se do jugo opressor. 
Negro Cosme simboliza, no movimento, o líder, o herói negro que, até hoje, não é devidamente valorizado pela cultura e sociedade maranhense e brasileira. 
O dia 20 de novembro é uma data crucial para a celebração da consciência cidadã relacionada aos afrodescendentes e essa temática pode começar nesse período e chegar à sua culminância por ocasião da semana da balaiada, de 7 a 13 de dezembro de cada ano. 
Em muitas escolas de nosso país e, em especial, do Maranhão, o dia 20 de novembro é celebrado com apresentações teatrais, danças, palestras, paródias e muitas outras atividades. O Projeto Balaiada vem aqui propor uma integração de tais atividades à Semana. 
IMAGENS: 
http://arquivo.geledes.org.br/areas-de-atuacao/educacao/lei-10-639-03-e-outras/906-mec-lanca-plano-nacional-para-impulsionar-lei-que-obriga-o-ensino-da-historia-e-cultura-afro-brasileira 
http://ctbminas.blogspot.com.br/2013/05/deputados-e-educadores-cobram-ensino-da.html 
http://guerras.brasilescola.com/seculo-xvi-xix/a-guerra-balaiada.htm

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Balaiada: a guerrilha sertaneja

Por: Claudete Maria Miranda Dias 



 Para abordar a Balaiada é preciso compreender o contexto histórico no qual ela se insere: o processo de lutas pela emancipação política do país, que vem desde as conjurações do final do século XVIII e se estende até meados do XIX, quando se consolidou a monarquia constitucional. É uma delimitação que procura resgatar os diversos conflitos e mobilizações populares verificados no período, fugindo dos marcos da historiografia tradicional que “aprisiona os historiadores na constelação dos seus objetivos metodológicos e que determina a forma e o conteúdos das pesquisas” (De Decca, 1981: 14). 

O processo da Independência foi longo, penoso e violento, permeado de manifestações em várias províncias. O grito do Ipiranga constituiu-se em uma forma encontrada pelas elites para frear as idéias revolucionárias, manter a dinastia, os privilégios do antigo sistema colonial e garantir os interesses econômicos. O movimento de independência foi “um complexo processo no qual lançam suas raízes todos os desenvolvimentos decisivos ulteriores da sociedade brasileira” (Fernandes, 1976: 71).

Para Caio Prado Jr. a Independência teve a feição de um “arranjo político” articulado à revelia da sociedade brasileira. A grande propriedade não foi tocada; permaneceu a mesma estrutura de produção escravista e foi a oportunidade para a afirmação no poder local dos grupos proprietários de terra e de escravos e dos comerciantes, principalmente a partir da deposição de D. Pedro I em 1831. 
Esta decorreu da teimosia do Imperador que não cedia aos interesses das oligarquias brasileiras e insistia em governar com o apoio dos portugueses, inaugurando a Regência, uma das fases mais violentas do século XIX, e que “dá acabamento ao processo de Independência, definindo o campo e as formas políticas que ocupam e dão fisionomia ao estado em nosso país” (Sodré, 1979: 249). 

Um estado elitista e autoritário, instrumento dos grupos dirigentes da época que “assumiram os novos papéis políticos e jurídicos ou administrativos em todas as esferas da organização do poder” (Fernandes, 1976: 16). 
A sociedade brasileira da primeira metade do século XIX permanecia com as mesmas características dos tempos coloniais e no Piauí não era diferente: grande parte da população era escrava, e quando livre, vivia em péssimas condições de pobreza, sem acesso ao trabalho e à terra.
O passado histórico da sociedade piauiense é marcado por lutas e conflitos sangrentos, constantes desde os tempos de sua colonização, quando a população nativa foi morta, escravizada, aldeada e expulsa para dar lugar às grandes fazendas de gado. A guerra contra a população nativa foi longa e cruenta. O branco colonizador implantou uma estrutura baseada na pecuária extensiva, predadora e escravista - durante muito tempo a principal atividade econômica da província. É a partir dessa época que surgem os grupos sociais: de um lado, os donos das fazendas, grandes sesmeiros, formando as camadas dirigentes; de outro, os posseiros, os vaqueiros, lavradores e escravos, as camadas populares inseridas em uma sociedade em transição cuja “superestrutura política já não correspondendo ao estado das forças produtivas e à infra-estrutura econômica do país se rompe, para dar lugar a outras mais adequadas às novas condições econômicas ...” (Prado Jr., 1979: 47). 
Essa transição corresponde à crise do sistema colonial, às lutas pela independência e à formação de um Estado Nacional excludente do direito à cidadania e do acesso à terra para a imensa maioria da população pobre. É essa população pobre que explode em manifestações de descontentamento durante toda a Regência, como na Balaiada.

Fonte: http://r1.ufrrj.br/esa/V2/ojs/index.php/esa/article/viewFile/73/69 

sábado, 21 de março de 2015

São Bernardo-MA: resquícios da história da Balaiada


Abrindo os trabalhos para a celebração do aniversário da cidade de São Bernardo, no último dia 20 de março os professores da escola municipal Nilza Coelho Lima, coordenados pelo professor Ronilson Oliveira, visitaram duas fazendas na zona rural do município que apresentam características importantes para a história da Balaiada: Fazendas "Canta Galo" e "Paraíso). 
Foram para a atividade de aula-passeio alunos do 8º e 9º anos do ensino fundamental. 
Na fazenda Paraíso alguns alunos fizeram a leitura de depoimentos da memória oral acerca da escravidão em São Bernardo, de acordo com o livro "A Guerra dos Bem-te-vis" (Matthias Assunção) e algumas partes do livro "São Bernardo Documentário" (Nonato Vaz). 
Em seguida visitaram uma casa de engenho no povoado São Raimundo e o cemitério dos escravos. 
A atividade correspondeu ao Projeto: História da nossa gente e o estudo do nosso lugar", organizado por professores de história e geografia da já citada escola. 
No final, o grupo agradeceu a Prefeitura Municipal de São Bernardo pelo apoio logístico, bem como à gestora escolar, a professora Jesus Meireles, alem dos professores Eloneida, Cartejane e Jodeth Couto. 
Segundo o professor Ronilson, essa foi a primeira atividade de implementação efetiva do Projeto Balaiada no município de São Bernardo-MA. 

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA INSCRIÇÃO DE ATIVIDADES NA SEMANA DA BALAIADA 2026

  EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 001/2026 PARA INCLUSÃO DE ATRATIVOS E ATIVIDADES DE INSTITUIÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS, ALÉM DE GRUPOS E P...