quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Acampamento Farroupilha 2015 foi lançado em Erechim no último dia 05 de agosto de 2015


Solenidade foi às 19 horas no Polo de Cultura


Erechim começou a vivenciar, a partir da quarta-feira, 5 de agosto, o início dos preparativos para a sétima edição do Acampamento Farroupilha de Erechim 2015. O lançamento oficial de um dos maiores eventos tradicionalistas do povo gaúcho foi realizado no Polo de Cultura, às 19 horas, na presença de autoridades, tradicionalistas, acampados, imprensa e convidados.

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Polo de Cultura de Erechim
A solenidade oficial de lançamento do 7º Acampamento Farroupilha, que se desenvolverá de 11 a 20 de setembro, no Parque da ACCIE, foi coordenada pela presidente da Comissão Executiva, Cleusa Visioli Sotoriva, juntamente com o coordenador da 19ª Região Tradicionalista, Vaneres Rigo, acompanhados de todos os integrantes da comissão que é responsável pela organização do evento. O Patrono dos Festejos Farroupilha 2015 de Erechim é o Padre Valter Girelli.

Resultado de imagem para Erechim polo de culturaNa pauta da cerimônia esteve o lançamento da programação que é integrada por Gincana Cultural, apresentações artísticas, shows e oficinas culturais. 

Resultado de imagem para Erechim polo de culturaPara que tudo se desenvolva da melhor forma possível, diversas reuniões têm sido realizadas pela Comissão Executiva para definição de todos os detalhes para a realização do evento, especialmente os que envolvem questões de infraestrutura como energia elétrica, estacionamento, segurança e outros, para que todos possam desfrutar de um evento de valorização da cultura gaúcha focado na qualidade e na excelência.

?A Semana Farroupilha
A Semana Farroupilha é um momento especial de culto às tradições gaúchas, transcendendo o próprio Movimento Tradicionalista Gaúcho. Ela envolve praticamente toda a população do Estado, se não fisicamente nos locais organizados para festejos, participando das iniciativas do comércio, dos serviços públicos, das instituições financeiras ou das indústrias.

A Semana Farroupilha é regulada por uma Lei Estadual e Regulamentada por um Decreto. Sua organização é feita em duas estâncias, a estadual com a definição de diretrizes gerais, escolha do tema básico e atividades que envolvem as distâncias públicas estaduais, e no nível local onde, na prática, ocorrem os festejos, as manifestações Culturais, artísticas e onde se realizam as mostras e os desfiles destacando-se o realizado a cavalo.

Durante a Semana Farroupilha são relembrados os feitos dos Gaúchos no Decênio Heroico (1835-1845), através de palestras, espetáculos, lançamento de livros entre outras atividades.  

A Saga Farroupilha
As comemorações da Revolução Farroupilha - o mais longo e um dos mais significativos movimentos de revoltas civis brasileiros, envolvendo em suas lutas os mais diversos segmentos sociais - relembra a Guerra dos Farrapos contra o Império, de 1835 a 1845. O Marco Inicial ocorreu no amanhecer de 20 de setembro de 1835. Naquele dia, liderando homens armados, Gomes Jardim e Onofre Pires entraram em Porto Alegre pela Ponte da Azenha.

A data e o fato ficaram registrados na história dos sulriograndenses como o início da Revolução Farroupilha. Nesse movimento revolucionário, que teve duração de cerca de dez anos e mostrava como pano de fundo os ideais liberais, federalistas e republicanos, foi proclamada a República Rio-Grandense, instalando-se na cidade de Piratini a sua capital.

Acontecendo-se a Revolução Farroupilha, desde o século XVII o Rio Grande do Sul já sediava as disputas entre portugueses e espanhóis. Para as lideranças locais, o término dessas disputas merecia, do governo central, o incentivo ao crescimento econômico do Sul, como ressarcimento às gerações de famílias que lutaram e defenderam o país. Além de isso não ocorrer, o governo central passou a cobrar pesadas taxas sobre os produtos do RS. Charque, couros e erva-mate, por exemplo, passaram a ter cobrança de altos impostos. O charque gaúcho passou a ter elevadas, enquanto o governo dava incentivos para a importação do Uruguai e Argentina.

Já o sal, insumo básico para a preparação do charque, passou a ter taxa de importação considerada abusiva, agravando o quadro. Esses fatores, somados, geram a revolta da elite sul-rio-grandense, culminando em 20 de setembro de 1835, com Porto Alegre sendo invadida pelos rebeldes enquanto o presidente da província, Fernando Braga, fugia do Rio Grande.

As comemorações do Movimento Farroupilha, que até 1994 restringiam-se ao ponto facultativo nas repartições públicas estaduais e ao feriado municipal em algumas cidades do Interior, ganharam mais um incentivo a partir do ano 1995. Definida pela Constituição Estadual com a data magna do Estado, o dia 20 de setembro passou a ser feriado. O decreto estadual 36.180/95, amparado na lei federal 9.093/95, de autoria do deputado federal gaúcho Jarbas Lima especifica que "a data magna fixada em lei pelos estados federados é feriado civil".


FONTE: http://www.diariodamanha.com/plantao/ver/11342/Acampamento+Farroupilha+2015+ser%C3%A1+lan%C3%A7ado+hoje+em+Erechim 


sábado, 8 de agosto de 2015

PROJETO BALAIADA APOIA PAVIMENTAÇÃO DE ESTRADAS QUE LIGAM BARREIRINHAS A URBANO SANTOS E PAULINO NEVES

Extraído do Aconteceu Virou Notícias


As estradas de Urbano Santos a Barreirinhas (80km, carroçal) e de Barreirinhas a Paulino Neves (30 km, trilhas) são indispensáveis para o desenvolvimento das Regiões conhecidas como Baixo-Parnaíba maranhense e lençois.

Trecho de Paulino Neves a Barreirinhas: só de 4 x 4
Vocacionadas ao turismo, as referidas regiões estão inseridas na "Rota das Emoções", que compreende os point´sturísticos de Jericoacoara, Delta do Rio Parnaíba e Lençóis maranhenses, se relacionando assim a três estados: Ceará, Piauí e Maranhão.

No entanto, na parte maranhense falta estrutura de estradas, o que inviabiliza que a rota seja feita de forma mais econômica, rápida e confortável. O Maranhão tem perdido milhares de turistas pela falta dos trechos que ligam Barreirinhas a Paulino Neves e Urbano Santos a Barreirinhas.

Além da preocupação puramente turística, ressalta-se também a questão sócio-econômica posto que este  último trecho citado, está diretamente ligado a uma das cidade das mais pobres do Brasil: Belágua, que está bem próxima a Urbano Santos (12 km), inclusive tendo sido desmembrada desta em 1994, ano a partir do qual nunca deixou os noticiários nacionais como sinônimo de baixa renda e pobreza.

Portanto é indiscutível que o Maranhão precisa, de forma concomitante, dessas duas estradas, para assim criar a sinergia necessária para o desenvolvimento destas regiões portadoras dos mais baixos indicadores do Estado.

Essas estradas são o acesso necessário aos Lençóis, tanto para quem vem do Nordeste no caso do trecho Paulino - Barreirinhas como para quem vem do Sul/Sudeste/Centro-oeste no caso do trecho Urbano Santos - Barreirinhas, lembrando que aqui temos o adicional de que impactaria Belágua, cidade inserida como prioritária para ações de desenvolvimento, de acordo com o programa "Mais IDH" do Governo do Estado.

Clique na imagem para ampliar

Já existe rumores de pavimentação dos dois trechos... são palavras do próprio Governador Flávio Dino, sabedor do potencial que está sendo desperdiçado visto ter sido presidente da EMBRATUR (Empresa Brasileira de Turismo): "As obras que estamos... planejando cumprem o importante papel de interligar as regiões, facilitar a circulação da produção e diminuir as distâncias. Em todas as regiões, buscamos dar atenção especial a obras estruturantes para o nosso desenvolvimento. Para citar alguns exemplos dentre os quais já estamos trabalhando, faço questão de frisar a estrada Barreirinhas – Paulino Neves, que vai finalmente incluir os Lençóis Maranhenses na Rota das Emoções junto com o Piauí e o Ceará." 

E por outro lado tivemos a inserção da Cidade de Belágua no Programa 'Mais IDH' onde está indicado o trecho Urbano Santos - Barreirinhas como essencial, indispensável, urgente... para assim ajudar a reverter os indicadores da cidade que mais vejo receber missões humanitárias de todo o Brasil.
Apoie essa ideia:


ACESSO: http://blog-interligado.blogspot.com.br/2015/08/urbano-santos-barreirinhas-e-paulino.html 


segunda-feira, 27 de julho de 2015

Em setembro, Semana da Farroupilha no Rio Grande do Sul

Já iniciaram os preparativos para a Semana Farroupilha, em setembro, no Rio Grande do Sul. 
O Festival da Farroupilha serve de inspiração para o Festival da Balaiada e esperamos poder trazer informações e novidades para a nossa semana, a ocorrer em dezembro. 

Confira o informe do site da Farroupilha: 

Semana Farroupilha 2015 - de 07 a 20 de setembro de 2015

O Campeirismo Gaúcho e a sua Importância Social e Cultural

O tema de 2015 dos Festejos Farroupilhas é "O CAMPEIRISMO GAÚCHO E A SUA IMPORTÂNCIA SOCIAL E CULTURAL"

Aprovado no 63º Congresso Tradicionalista Gaúcho, realizado no mês de janeiro de 2015, na cidade de Uruguaiana (4ª Região Tradicionalista) o tema trás como objetivo a valorização do homem do campo e desta forma auxiliar na compressão das atividades sociais e culturais que envolvem o gaúcho.
O tema “campeirismo gaúcho” permite compreender costumes, símbolos, valores, ideias e tradições, valorizando assim os diferentes aspectos que contribuem para a formação do gaúcho denominado campeiro. Para que possamos compreender estas práticas evidenciadas e reafirmadas pela tradição gaúcha, o segmento social escolhido é o peão campeiro.
A identidade cultural do gaúcho dito campeiro também se resulta do cruzamento de várias etnias, que assim contribuíram para que hoje tenhamos estas características que são únicas do nosso povo. A contribuição social do peão campeiro também está presente nas formações de nossas cidades. Com o seu linguajar característico e diferenciado, devido a sua região de origem (serra, fronteira, planalto, campanha e litoral), tem contribuído sobre maneira para a formação do meio urbano.
Trabalhar o campeirismo é reconhecer a sua importância em todos os aspectos. É podermos estudar seus métodos de trabalho antiquíssimos e que em tempos atuais ainda são praticados, muitos mantendo a mesma essência e forma artesanal com que eram feitos.
Espera-se com este modesto trabalho, contribuir para a compreensão, divulgação e valorização do gaúcho campeiro, figura esta que é parte importante no surgimento do que hoje se vivencia nas tradições de nosso estado.
Tópicos a serem trabalhados:
Sugestões a serem trabalhadas durante os festejos são a relação entre o homem e o cavalo, a música campeira, o laço, afazeres domésticos, mãos gaúchas no couro, galpão, a tosquia, o alambrado e a ordenha.
1 - Relação entre o homem e o cavalo - 
  • Apresentar a convivência entre homem e cavalo, por exemplo a luta entre domar e ser domado foi estreitando-se, de tal forma que quando se fala no termo gaúcho, logo se remete ao homem campeiro montado em seu cavalo.
  • A  atuação na lida campeira, onde o animal torna-se imprescindível para os ofícios do dia a dia, marcações, campereadas, rondas noturnas, recorrer o campo, castrações, comitivas e tropeadas.
  • O convívio entre o peão campeiro e o cavalo em nossas zonas rurais e urbanas é muito comum, desde o simples fato da utilização para montaria e cavalgadas, onde é usado para ir à missa, bolicho, fandango, entre tantos outros acontecimentos, até a sua utilização no ambiente de trabalho.
2 - A música campeira
  • Apresentar o gaúcho campeiro, atuando em seus momentos de lazer e descontração como artista, expressando suas habilidades, em torno da música campeira ou música de raiz, pajadas e poesia gaúcha.
  • Pesquisar os principais instrumentos musicais do Rio Grande do Sul: viola, rabeca, violão, gaita e outros.
3 - O laço
  • Surgimento e introdução do laço do Rio Grande do Sul
  • Apresentar  tipos de laço e origem, composição do laço
  • Trabalhar a pratica da vaca parada com as crianças.
  • Pealos
  • O laço no imaginário social
4 - Afazeres domésticos  - no início da criação das estâncias o trabalho da mulher esteve muitas vezes ligado aos afazeres domésticos, zelando sempre pela estrutura familiar. A participação feminina foi, e ainda é, fundamental em todo o contexto histórico, social e cultural do Rio Grande do Sul.
  • Apresentar atividades como: fazer comida, pão, doces, costuras, tirar leite, cuidar da horta e outros.
5 - Mãos gaúchas no couro
  • Apresentar o trabalho do guasqueiro, suas próprias técnicas na fabricação de utensílios de montaria e outros.
  • Tratamento no couro e modelos de tranças de couro.
  • Utilização do couro na vestimenta do gaúcho.
6 - Galpão
  • Apresentar tipos de galpões, utensílios usados, mobiliario e outros, partes componentes do galpão, sua fincionalidade.
7 - Tosquia
  • A comparsa e (composição das diversas atividades)
  • Cuidados com os animais após a tosa.
  • Ferramentas;
  • Ambiente da tosquia;
  • O preparo do local
8 - O Alambrador
  • Utilização, o profissional (o  alambrador), materiais usados no alambrado, ferramentas utilizadas e nomenclaturas.
9 - Ordenha
  • Origem, finalidade, termos utilizados e a atividade em si.

Fabiano Vencato

ACESSO: http://www.semanafarroupilha.com.br 

sábado, 25 de julho de 2015

Professora da UFMA, Regina Farias, confirma participação na II Semana da Balaiada, em Chapadinha

Professora Regina Farias, UFMA
Após realizar agendamento, professor Jânio Rocha reúne-se com a professora Regina Farias, do curso de pós graduação da UFMA, do curso de História, para tratar do Projeto Balaiada. 
A referida professora é especialista em século XIX, período relativo à Guerra da Balaiada. 
Após uma apresentação do projeto, passou-se a tratar da participação da professora Regina nas atividades em Chapadinha, em dezembro de 2015. 
Convencionou-se uma explanação da docente acerca do contexto do Movimento e, ainda, o estado atual das pesquisas acerca do tema. 
Sua participação será especificamente no Seminário da Balaiada, a ocorrer nos dias 11, 12 e 13 de dezembro. 
Temos realizado grandes avanços nos contatos do Projeto Balaiada, cabendo agora aos professores, municípios e organizações sociais a preparação de atividades para a II Semana da Balaiada, conforme temos orientado. 

Grupo de Teatro da UFMA confirma possibilidade de vinda a Chapadinha na II Semana da Balaiada, em dezembro de 2015

Grupo "Cena Aberta", da UFMAhttp://portais.ufma.br/PortalUfma/paginas/noticias/noticia.jsf?id=41960
Em meio às articulações na UFMA - Universidade Federal do Maranhão, o professor Jânio conseguiu marcar um horário com Mestre Luiz Pazzini e sua equipe, "Cena Aberta", grupo de pesquisa teatral do curso de Teatro da Universidade. 
Na conversa com o grupo, fora apresentado o Projeto Balaiada, suas características pedagógicas, artísticas e, até, econômicas para o desenvolvimento do interior maranhense. 
Mestre Pazzini realizou uma explanação sobre o projeto desenvolvido por sua equipe em Nina Rodrigues no ano de 2013 e que tratou do tema da Balaiada. 

"O grupo apresentou na Cidade de Nina Rodrigues a Primeira Estação da Balaiada Invasão da Vl da Manga.
O projeto Memória e Encenação em Movimento, desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa Teatral Cena Aberta, é a continuidade da pesquisa em teatro desenvolvida sobre a memória maranhense, em especial, sobre a revolta da Balaiada, que teve sua eclosão com a invasão da cadeia da Vila da Manga pelo sertanejo piauiense Raimundo Gomes.
Segundo o Professor Pazzini, o Projeto foi desenvolvido tendo como base a memória maranhense, tendo por objetivo fazer com que a comunidade reflita sobre  fatos históricos importantes para o Estado do Maranhão. 
'Existe uma discussão que afirma que o Brasil é um país sem memória e essa falta de reflexão em cima de fatos importantes do passado e que foram esquecidos é uma questão preocupante. Por isso, o espetáculo traz a importância da memória não apenas como uma questão saudosista, mas também como uma forma de recuperar o passado' afirmou Pazzini. 
O professor ressaltou ainda que o teatro atinge o público não por meios visuais, auditivos e sensoriais, além de fazer o espectador refletir sobre questões históricas e sociais.
As apresentações foram realizadas em locais públicos, como forma de valorização do Patrimônio Artístico e Cultural dos locais onde acontecem as apresentações, bem como, em palcos" 
(adaptado de: http://portais.ufma.br/PortalUfma/paginas/noticias/noticia.jsf?id=41960 e de falas da equipe de Mestre Pazzini). 









Equipe pedagógica de Anapurus reune-se com professor Jânio para tratar do Projeto Balaiada

Secretária Adjunta de Educação de Anapurus, professora
Ednalva Monteles 
Em cumprimento às deliberações do Encontro da Balaiada de dezembro de 2014, o professor Jânio tem mantido articulações com os municípios e organizações sociais no sentido de difundir e consolidar o Projeto Balaiada nos municípios do nordeste maranhense. 
Desta vez foi em Anapurus, cidade há cerca de 30 quilômetros de distância de Chapadinha. 
Após agendamento, o professor Jânio reuniu-se com a secretária adjunta, professora Ednalva Monteles, bem como com a equipe pedagógica da Secretaria Municipal de Educação de Anapurus. 
Fora estudado o folheto de junho de 2015 e, ainda, tiradas algumas dúvidas e realizadas algumas orientações à equipe pedagógica que tratará de multiplicar a informação junto a supervisores, gestores escolares e professores. 
O pessoal de Anapurus informou que está organizando uma viagem a Caxias para visitar o Memorial da Balaiada, como parte da programação preparatória da II Semana da Balaiada, a acontecer em dezembro de 2015. 

SEMANA DA BALAIADA 2025

Neste ano de 2025 iniciamos um novo ciclo para o Projeto Balaiada.  Fundado em 2014, o ano de 2024 fechou o ciclo de 10 anos, com muitos ava...