terça-feira, 6 de outubro de 2015

Projeto Balaiada participa da elaboração dos Planos Decenais Municipais de Cultura e de Igualdade Racial de Chapadinha

Com a presença do senhor Neto de Azile, Conselheiro Estadual de Cultura, fora realizada a Audiência Pública conjunta entre as Secretarias Municipais de Cultura e a de Igualdade Racial. 


Tanto o corpo de servidores das secretarias quanto os respectivos Conselhos de Políticas Públicas participaram ativamente da preparação quanto da realização da atividade. 
Construidos de maneira democrática e participativa, ambos os planos foram frutos de encontros, reuniões, seminários e conferências, o que tornaram as propostas a serem inseridas nos Planos Decenais bastante realistas. 
Presidente do Conselho de Cultura (Jânio Rocha),
sr Manoel Almeida (assessor das secretarias de
Cultura e Igualdade Racial), sr Neto de Azile
(conselheiro Estadual de Cultura) e Chiquinha
Pessoa (secretária municipal de Igualdade Racial)
Dentre as propostas aprovadas podemos citar a determinação de que, em dez anos, a cidade de Chapadinha deverá ter espaços culturais como: uma casa da cultura, um espaço para exposições artísticas (praça), financiamento de projetos e ações culturais de artistas e entidades da sociedade civil, prioridade de participação de artistas e atrações locais em eventos culturais da prefeitura, dentre outros. 
Neto de Azile e as secretárias de
Cultura (Nágera Pontes) e de
Igualdade Racial (Chiguinha Pessoa)
Diversos setores culturais participaram da Audiência Pública, dentre eles teatrólogos, cantores, compositores, poetas, repentistas, dançarinos tradicionais e contemporâneos, grupos culturais afrodescendentes, dentre outros. 
O próximo passo é o burilamento das propostas para serem organizadas em projeto de Lei a ser encaminhado à Câmara Municipal e que, pelo menos o Plano da Cultura, seja ratificado em lei ainda neste ano. 

Artesanato popular em Chapadinha

Olha o que encontrei em Chapadinha. Uma pérola!

Bem debaixo dos nossos olhos já existia um artesão produzindo materiais com grande potencial turístico. 

Trata-se do senhor Chiquinho Artesão, no bairro Areal. 

Arte bastante variada, seja na produção de brinquedos artesanais, objetos decorativos e condecorativos. 
Sua residência fica no bairro do Areal, atrás do posto de combustíveis "Chapadinha II", na rua professor Durval Vidigal, nº 67. 

Confira nas imagens: 













terça-feira, 29 de setembro de 2015

Municípios da Região da Balaiada, dentre outros, receberão edição do Programa Mais Cultura, do Governo do Estado.

O Governo do Maranhão está levando a grande celebração da Cultura Maranhense para a região da Baixada Maranhense. Na próxima quinta-feira (1º), o município de Mirinzal receberá uma edição do projeto ‘Mais Cultura e Turismo’, que se estenderá até o dia 2 com uma série de atividades voltadas para os processos de institucionalização da cultura, geração de conhecimentos, difusão cultural, fomento e sustentabilidade.
A edição de Mirinzal será a primeira de 22 edições do projeto que serão realizadas nos próximos meses em todas as regiões do estado Território Oeste: Carutapera e Santa Inês; Território Norte: Mirinzal, Pinheiro, Viana e Chapadinha; Território Leste: Barreirinhas, Tutóia, Itapecuru Mirim e Rosário; Território Sul: Imperatriz, Carolina e Balsas; Território Centro I: Barra do Corda, Presidente Dutra e Grajaú; Território Centro II: Bacabal, Pedreiras, Codó, Caxias, Timon e São João dos Patos.
“Esse importante projeto atende a uma determinação do governador Flávio Dino de democratizar o acesso à cultura e de valorizar a diversidade cultural maranhense através da descentralização das ações culturais. Deste modo, o projeto cumpre seu objetivo de estabelecer a cultura como um fator de desenvolvimento humano e fortalecer o exercício da cidadania junto aos municípios maranhenses”, destacou o secretário de Estado da Cultura, Felipe Camarão.
Para a realização do projeto ‘Mais Cultura e Turismo’ em Mirinzal, técnicos da Secretaria de Estado da Cultura percorreram, previamente,  diversas  comunidades  de municípios como Guimarães, Porto Rico, Bacuri, Central,Cedral, Serrano do Maranhão, Apicum-Açu e Cururupu. Nas visitas, foram identificadas as peculiaridades culturais destas comunidades.
“Essa região da baixada é muito rica culturalmente. Por isso, além de levarmos atrações da capital estamos dando prioridade para a valorização da cultura local, como o tradicional boi de zabumba, boi de costa de mão, tambor de mina, pajé, artesanato, modos de vida das comunidades quilombolas e de pescadores artesanais, além do reconhecimento dos saberes tradicionais, pois iremos realizar um encontro destes mestres e mestras que mantém essas tradições na região”, explicou a superintendente de Ação e Difusão Cultural da Secma, Jô Brandão.
As diversas atividades  do projeto consideram, também, ações continuadas de caráter estruturante, tendo em vista a perspectiva de obtermos resultados qualitativos com as ações planejadas. A exemplo da implantação de equipamentos públicos, bibliotecas, formação de agentes culturais, cartografia social, residências artísticas, cadastramento de grupos, comunidades, artistas e práticas culturais no Sistema Estadual de Informação e Indicadores Culturais (SEIIC) e o apoio aos municípios na elaboração de seus planos municipais de cultura.
Exposição coletiva
Todas as edições do ‘Mais Cultura e Turismo’ receberão uma exposição coletiva intitulada ‘Maranhão de Identidades e Tradições’. A exposição será composta por um acervo já pertencente à Secretaria de Estado da Cultura (Secma), selecionado nas Casas de Culturas e Museus, e também coletados nas comunidades. A exposição tem como cerne  o reconhecimento das diferentes identidades e sua contribuição na formação da cultura maranhense.
Municípios-polo do ‘Mais Cultura e Turismo’
Território I (Carutapera e Santa Inês);
Território II (Mirinzal, Pinheiro, Viana e Chapadinha);
Território III (Barreirinhas, Tutóia, Itapecuru Mirim e Rosário);
Território IV (Imperatriz, Carolina e Balsas);
Território  V (Barra do Corda, Presidente Dutra e Grajaú);
Território  VII (Bacabal, Pedreiras, Codó, Caxias, Timon e São João dos Patos).

FONTE: http://www.ma.gov.br/mais-cultura-e-turismo-tera-edicoes-especiais-em-22-municipios/ 


terça-feira, 22 de setembro de 2015

Balaiada em Chapadinha, dias 23 e 24 de setembro de 2015

Elenco

O Teatro Carroça é Nossa se apresentará durante dois dias em Chapadinha. 
No dia 23, quarta feira, será no povoado Lagoa Amarela, às 16 horas. No dia 24 será na sede do município, na praça da bandeira, às 19 horas. 

Semama Farroupilha 2015 no Rio Grande do Sul


O Acampamento Farroupilha de Porto Alegre recebeu, de 7 a 20 de setembro, aproximadamente 1,2 milhão de visitantes, segundo a Brigada Militar. No parque Maurício Sirotsky Sobrinho, foi desenvolvida intensa programação, envolvendo as áreas artística, cultural, campeira, histórica, folclórica e inclusiva. O evento teve como tema ‘O Campeirismo Gaúcho e sua importância social e cultural’ e foi realizado pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho, Fundação Cultural Gaúcha, Prefeitura Municipal de Porto Alegre e Governo do Estado. Mais de 360 entidades tradicionalistas, entre CTGS, DTGs e piquetes ergueram seus galpões para receber amigos e confraternizar. O Projeto Turismo de Galpão, instalado em 40 galpões, ensinou lida campeira, gastronomia, história e folclore do Rio Grande do Sul.   

Sandra Veroneze 

FONTES: 
http://www.semanafarroupilha.com.br/noticias/35/pblico-de-12-milho-de-pessoas-no-acampamento-farroupilha-de-porto-alegre 
http://turismo.sc.gov.br/institucional/index.php/pt-br/noticias/196-15-semana-farroupilha-joinville-sc-13-a-20-de-setembro-de-2015 



domingo, 6 de setembro de 2015

Ministério do Turismo apresenta 5 categorias de municípios turísticos. Confira!

A proposta de reuni-los em categorias facilita a criação de políticas públicas e acrescenta critérios objetivos para investir no setor. A categorização atende à necessidade do Ministério do Turismo de aprimorar os critérios para definir políticas públicas para o setor

Veja o video: 


Publicado: Terça, 25 de Agosto de 2015, 10h54
  • Ultima atualização em Sexta, 28 de Agosto de 2015, 11h26


O Ministério do Turismo (MTur) adotou uma nova metodologia para categorizar os municípios brasileiros. A partir de quatro variáveis de desempenho econômico: número de empregos, de estabelecimentos formais no setor de hospedagem, estimativas de fluxo de turistas domésticos e internacionais, os 3.345 municípios do Mapa do Turismo Brasileiro foram agrupados em cinco categorias, de A até E. 
A categorização, como é chamada, atende à necessidade do MTur de aprimorar os critérios para definir políticas públicas para o setor e criar um instrumento capaz de subsidiar, de forma objetiva, a tomada de decisões de acordo com o desempenho da economia do turismo de cada localidade.
“A ferramenta oferece elementos para aprimorar a gestão do turismo; ajuda a otimizar a distribuição de recursos e promover o desenvolvimento do setor. A intenção não é hierarquizar os municípios, mas sim agrupá-los de forma que possamos traçar parâmetros para atendimento a diferentes necessidades”, disse o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves. A categorização contempla as 303 regiões turísticas inseridas no Mapa do Turismo Brasileiro.
A categoria A, que representa os municípios com maior fluxo turístico e maior número de empregos e estabelecimentos no setor de hospedagem, tem 51 municípios, incluindo as 27 capitais brasileiras. Este agrupamento concentra destinos turísticos tradicionais de nove estados brasileiros como Porto Seguro (BA), Ipojuca (Porto de Galinhas/PE), Armação de Búzios (RJ), Campos do Jordão (SP), Guarapari (ES), Balneário Camboriú (SC), Foz do Iguaçu (PR), Gramado (RS) e Caldas Novas (GO). O grupo responde por 47% da estimativa de fluxo turístico doméstico do Brasil e 82% do internacional.
O grupo B tem 167 municípios, o equivalente a 5% das cidades categorizadas pelo Ministério do Turismo. São destinos turísticos de 20 estados, com participação expressiva de localidades das regiões Sudeste, Nordeste e Sul.  Juntos os grupos A e B, representados por 218 municípios, respondem por 68% do fluxo doméstico brasileiro e 97% do internacional. Já o grupo C, com 504 municípios, representa 15% do total avaliado. O maior número de cidades do Mapa do Turismo, 2.623, ou 78% do conjunto avaliado concentram-se nos grupos D e E, que reúne municípios de menor fluxo de turistas e empregos formais no setor. A ideia é que, conhecidas as características de cada grupo de municípios, torna-se mais fácil proporcionar apoios adequados a cada um deles.
O processo de categorização, uma estratégia do Programa de Regionalização do Turismo do MTur, teve sua metodologia avaliada pelas secretarias estaduais e municipais de turismo e foi reconhecida em diversas instâncias do poder público. A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado a classificou como “essencial” para o aperfeiçoamento da política de Estruturação dos Destinos Turísticos. A Secretaria de Controle Externo do Tribunal de Contas da União (TCU) expressou sua aprovação à ferramenta, desenvolvida por técnicos do Ministério do Turismo.

O Mapa do Turismo Brasileiro - É o instrumento que orienta a atuação do Ministério do Turismo no desenvolvimento das políticas públicas do turismo e define a área - o recorte territorial - que deve ser trabalhada prioritariamente. O mapa é atualizado periodicamente e sua última versão, de 2013, conta com 3.345 municípios, divididos em 303 regiões turísticas.

Leia mais:
Confira  portaria PORTARIA Nº 144, DE 27 DE AGOSTO DE 2015, que estabelece a categorização dos municípios pertencentes às regiões turísticas do Mapa do Turismo Brasileiro.
Acesse o mapa interativo sobre categorização do Turismo Brasileiro.

Saiba mais sobre categorização do turismo.

Perguntas e respostas sobre categorização.

FONTE: http://www.turismo.gov.br/component/content/article.html?id=5405 

DESTROÇOS DE BARCO ENCONTRADO NO RIO ITAPECURU

Por Jucey Santana:

Alguns dias atrás dois adolescentes, brincando de mergulho, procurando objetos abandonados nas proximidades do antigo Restaurante Flutuante, localizaram uma preciosa relíquia. Trata-se dos restos de um barco de época incerta que tem chamado a atenção dos moradores como um acontecimento ímpar.
As especulações em torno dos destroços são muitas. No local surge os espertalhões e inescrupulosos querendo tirar vantagens pessoais e financeiras. Segundo os garotos apareceu um senhor que ofereceu dinheiro para que os mesmos conseguissem retirar o que pudessem. Foi feita então um mutirão com mais de dez homens na operação de resgate dos destroços, todos interessados nas vantagens financeiras. Poucos objetos foram retirados em virtude do barco estar muito enterrado. A enorme ancora encontrada foi levada pelo desconhecido.
Alguns Membros da Academia Itapecuruense de Ciências, Letras e Artes, foram avisados por Cambeba, Evandro Borges e outros  interessados da cultura a respeito do achado e formaram uma comissão composta por Jucey Santana, Assenção Pessoa, Tiago Oliveira, Breno Bezerra e José Paulo Lopes, que foram ouvido pelo promotor público em exercício Benedito Coroba, também membro da AICLA, para estudar a melhor maneira do resgate do material encontrado, que servirá para pesquisa cultural, já que por séculos o Rio Itapecuru foi o único meio de transporte para a região. Depois das decisões tomadas na Promotoria, foram recebidos pelo capitão Patrício do corpo de bombeiros aqui de Itapecuru que deu ciência da falta de equipamentos de mergulho para o estudo da área, tendo solicitado ajuda a guarnição superior da capital São Luis.
Trata-se de um achado histórico e único. Possivelmente um barco a vapor de pequeno porte, que transportava materiais de construção ou simplesmente passageiros, levando a crer que tenha sido da primeira metade do século XX (vinte), pelo fato de ter sido encontrado uma telha fabricada em Angra dos Reis localizado no Rio de Janeiro.
Como as primeiras olarias que se tem notícias em Itapecuru-Mirim datam do início dos Anos 40, na Gestão de Thiago Bernardo de Matos em seu plano de urbanização da cidade, que mandou vir oleiros de Rosário e da baixada para ensinar os Itapecuruenses fabricar telhas e tijolos, antes dessa época as telhas para cobrir as casas dos ricos, das estações de trem (de Itapecuru e Kelru) e até da fábrica de álcool vieram de fora.
Esperamos que uma equipe de especialistas atendam ao apelo da Promotoria e venha desvendar o enigma para posterior estudo da origem da embarcação e da época, já que não se tem notícia nenhuma de naufrágio.

O Agente Cultural Willame Paixão de posse de alguns objetos do barco, expôs na Casa da Cultura Professor João Silveira.

Fonte: http://juceysantana.blogspot.com.br/2015/09/destrocos-de-barco-encontrado-no-rio.html?spref=fb 

SEMANA DA BALAIADA 2025

Neste ano de 2025 iniciamos um novo ciclo para o Projeto Balaiada.  Fundado em 2014, o ano de 2024 fechou o ciclo de 10 anos, com muitos ava...